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Novo cronograma do Minha Casa, Minha Vida Rural e Entidades (FDS) é divulgado/Publicado em 15/01/2026 09h10 Atualizado em 15/01/2026 03h37 minutos

Ônibus do Águia de Marabá sofre grave acidente no Tocantins; preparador físico tem morte confirmada quinta-feira, 15/01/2026 - 23h50 Por Redação

ITARANTIM /BAHIA - GRUPO DE MULHERES REUNE E DISCUTE GICANA 2026

Idoso de 67 anos é preso em Jacobina suspeito de abusar sexualmente da enteada quinta-feira, 15/01/2026 - 19h40 Por Redação

POLICIA CIVIL DISSE QUE JÁ SABE QUEM MATOU AS TRÊS MULHERES EM ILHÉUS

Banco Central decreta liquidação extrajudicial da Advanced Corretora de Câmbio quinta-feira, 15/01/2026 - 21h00 Por Redação Banco Central decreta liquidação extrajudicial da Advanced Corretora de Câmbio Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil O Banco Central (BC) decretou, nesta quinta-feira (15), a liquidação extrajudicial da Advanced Corretora de Câmbio, instituição com sede em São Paulo. O comunicado foi divulgado no mesmo dia em que a autarquia anunciou a liquidação da CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, nova denominação da Reag Trust DTVM. Segundo o BC, no entanto, as duas decisões não têm relação entre si. No caso da Advanced, a medida foi informada ao mercado pelo Departamento de Resolução e de Ação Sancionadora (Derad). De acordo com o Banco Central, a liquidação foi motivada pelo comprometimento da situação econômico-financeira da corretora e por “graves violações às normas” que regulam as atividades das instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional (SFN). Dados do próprio BC mostram que, em 2025, a Advanced ocupava a 56ª posição no ranking de operações de câmbio, respondendo por 0,081% do volume financeiro e 0,14% do total de operações realizadas no país. Com a decisão, o Banco Central nomeou Fabiano Fabri Bayarri como liquidante extrajudicial. Ele terá amplos poderes de administração, liquidação e representação da sociedade. A decretação da liquidação também torna indisponíveis os bens dos controladores Francisco Eduardo de Oliveira Castro e Ricardo Augusto Cardoso, que figuram como ex-administradores da instituição, conforme prevê a legislação vigente. Brasil é vetado de fabricar genérico de injeção contra HIV; preço ameaça acesso pelo SUS quinta-feira, 15/01/2026 - 20h40 Por Bruno Lucca | Folhapress Brasil é vetado de fabricar genérico de injeção contra HIV; preço ameaça acesso pelo SUS Foto: Reprodução / Freepik O Brasil não poderá fabricar a versão genérica do lenacapavir, medicamento injetável de prevenção ao HIV. A decisão é da Gilead Sciences, farmacêutica detentora da patente do medicamento. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou na segunda-feira (12) o registro da injeção para profilaxia pré-exposição ao vírus, visando reduzir o risco de infecção por via sexual. Apesar do registro concedido, o produto ainda depende da definição do preço máximo pela CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos). A disponibilização no sistema público de saúde será avaliada pela Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS) e pelo Ministério da Saúde. Desde o ano passado, a Gilead realiza acordos de licenciamento para a produção de fórmulas genéricas do lenacapavir em todo o mundo. Foram contemplados, até agora, 120 países, os considerados pela empresa mais vulneráveis pela baixa renda da população. O Brasil não foi um deles. Nem será, segundo a farmacêutica. "Os acordos de licenciamento voluntário anunciados para a produção de versões genéricas do lenacapavir permanecem inalterados. Eles contemplam 120 países de baixa e média renda, definidos com base em critérios epidemiológicos e de capacidade de financiamento dos sistemas de saúde. O Brasil não faz parte desse grupo", afirma a Gilead à Folha. Para países como o Brasil -considerado pela empresa com boa capacidade de financiamento da saúde pública, apesar do número de infecções por HIV- a política de acesso ao medicamento envolve outras estratégias, que consideram as especificidades locais e os caminhos regulatórios, como a definição de um preço máximo para a fórmula pela CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos). A Gilead diz seguir comprometida em colaborar com autoridades e parceiros para apoiar o acesso ao lenacapavir no país, nos marcos regulatórios e institucionais vigentes. Apesar da iniciativa da farmacêutica, o preço do medicamento pode ser uma barreira à sua distribuição pelo SUS (Sistema Único de Saúde). É o que diz Beatriz Grinsztejn, pesquisadora principal do projeto de viabilidade e implantação do Lenacapavir no Brasil, conduzido pela FioCruz, e presidente da International Aids Society (Organização Internacional da Aids, em português). Um estudo publicado em junho do ano passado na revista científica Lancet avaliou que uma versão genérica do lenacapavir poderia ter um custo muito abaixo do valor atual. Comercializado pela biofarmacêutica Gilead, o tratamento hoje custa US$ 25,3 mil por pessoa ao ano (cerca de R$ 136 mil) nos Estados Unidos, podendo chegar a US$ 44,8 mil (R$ 241 mil) em algumas situações. Se fosse produzido por outros laboratórios, porém, o tratamento poderia custar de US$ 25 a US$ 47 por ano (de R$ 135 a R$ 253), segundo o levantamento. "É um absurdo e uma tristeza. Um país com essas dimensões não poderia ter ficado de fora dessa lista de genéricos. Com certeza, isso pode ser um problema no momento de avaliar a viabilidade para distribuição no SUS", avalia Grinsztejn. A Unaids (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids) criticou publicamente o valor aplicado ao produto, dizendo ser incompreensível e injustificável, e solicitou que a farmacêutica o torne mais barato para "garantir ao mundo uma chance real de acabar com a Aids". A reportagem procurou tanto o Ministério da Saúde quanto a Anvisa para comentar o tema. Ambos os órgãos disseram que a decisão só cabe à Gilead. Como funciona o medicamento? O lenacapavir é um inibidor do capsídeo, uma espécie de "casca" do HIV. Essa estrutura proteica é fundamental para proteger o material genético do vírus e permitir sua reprodução. O fármaco se liga diretamente ao capsídeo do HIV-1 e desregula seu funcionamento. Após entrar na célula, o vírus precisa abrir essa estrutura no momento exato para se replicar. Com o medicamento, essa abertura ocorre cedo demais -ou tarde demais-, o que impede o correto funcionamento do RNA viral. A estratégia é inovadora. Até então, os antirretrovirais atuavam principalmente sobre enzimas do vírus, bloqueando a integração do DNA viral ao DNA da célula humana. Embora as PrEPs disponíveis tenham alta eficácia, o HIV pode sofrer mutações nessas enzimas, levando à resistência aos medicamentos. Ao agir sobre o capsídeo, o lenacapavir dificulta esse processo, já que mutações nessa estrutura costumam comprometer a própria viabilidade do vírus. Outro benefício do medicamento é sua periodicidade. Ele deve ser aplicado apenas a cada seis meses. HIV/AIDS NO BRASIL O Boletim Epidemiológico HIV e Aids 2025, divulgado pelo Ministério da Saúde, indica que o Brasil ainda enfrenta desafios na prevenção de novas infecções, mas registra avanços. O país contabilizou 39.216 detecções de HIV em 2024, o equivalente a 18,4 casos por 100 mil habitantes. A quantidade ficou um pouco acima dos 38.222 registros de 2023. Já os casos de Aids tiveram queda de 1,5%, indo de 37.527 para 36.955. A mortalidade também diminuiu, chegando a 9.157 óbitos, o menor valor da série histórica. O perfil das novas infecções permanece concentrado entre homens, especialmente na faixa etária de 20 a 29 anos, com predomínio da transmissão por via sexual. PM prende quatro suspeitos e apreende drogas no bairro Vida Nova, em Lauro de Freitas quinta-feira, 15/01/2026 - 20h20 Por Redação PM prende quatro suspeitos e apreende drogas no bairro Vida Nova, em Lauro de Freitas Foto: Reprodução Policiais militares prenderam quatro pessoas e apreenderam drogas na noite de quarta-feira (14), no bairro de Vida Nova, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador. A ação ocorreu durante o reforço do policiamento na Praça Bom Samaritano. Os militares foram acionados após denúncia de que um grupo estaria comercializando entorpecentes na área. No local, três mulheres e um homem foram localizados e abordados. Durante a abordagem, os policiais apreenderam 152 porções de cocaína, 19 porções de crack, quatro porções de maconha, além de três aparelhos celulares e dinheiro em espécie. Os suspeitos e todo o material recolhido foram encaminhados à 27ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), onde a ocorrência foi registrada e as medidas legais cabíveis adotadas. Bolsonaro já ocupa uma cela de 54m2 na Papudinha e Alexandre de Moraes diz que prisão não é "colônia de férias" quinta-feira, 15/01/2026 - 20h10 Por Edu Mota, de Brasília Imagens da cela ocupada por Jair Bolsonaro Foto: Reprodução Rede X Após decisão tomada nesta quinta-feira (15) pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-presidente Jair Bolsonaro já foi transferido para a Sala de Estado-Maior no Núcleo de Custódia da Polícia Militar do Distrito Federal, mais conhecida como “Papudinha”. Bolsonaro foi levado da Superintendência da Polícia Federal, onde estava preso, para a nova cela no final da tarde. Na Papudinha, Jair Bolsonaro passou a ocupar uma cela de 54 metros quadrados, que conta com quarto, banheiro, lavanderia, cozinha, sala e uma área externa de 10,07 metros quadrados. A cela comporta até quatro pessoas, mas será usada exclusivamente pelo ex-presidente. No mesmo Núcleo de Custódia da PMDF estão Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e Segurança Pública no governo Bolsonaro, e Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal. Ambos dividem outra unidade semelhante à que o ex-presidente foi abrigado. O ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão, em regime inicial fechado, depois de ter sido condenado pela Primeira Turma do STF por liderar uma tentativa de golpe de Estado. Bolsonaro foi enviado para uma sala na Polícia Federal no dia 22 de novembro do ano passado, após ter tentado romper a tornozeleira eletrônica que usava desde agosto. A defesa e a família de Bolsonaro fizeram diversas reclamações da sala onde o ex-presidente estava no prédio da Polícia Federal, inclusive afirmando que ele estaria sendo “torturado”. Alexandre de Moraes afirmou que a detenção do ex-presidente na Superintendência da PF não era uma “colônia de férias”. “Ressalte-se, entretanto, que essas condições absolutamente excepcionais e privilegiadas não transformam o cumprimento definitivo da pena de Jair Messias Bolsonaro, condenado pela liderança da organização criminosa na execução dos gravíssimos crimes praticados contra o Estado Democrático de Direito e suas instituições, em uma estadia hoteleira, ou em uma colônia de férias, como erroneamente várias das manifestações anteriormente descritas parecem exigir”, escreveu Moraes. O ministro do STF destacou ainda que os “privilégios” concedidos ao ex-presidente “não existem para os demais 384.586 presos em regime fechado no Brasil”. Na sua decisão, Alexandre de Moraes afirma que a “excepcional concessão do cumprimento da pena definitiva em Sala de Estado Maior diferencia, independentemente de idade ou condição de saúde, o custodiado Jair Bolsonaro dos 384.586 condenados que cumprem pena privativa de liberdade em regime fechado”, ao prever a possibilidade de o ex-presidente contar com televisão a cores, banheiro privativo, frigobar e banho de sol diário e exclusivo. Ao decidir pela transferência de Bolsonaro para a Papudinha, o Moraes estabeleceu ainda que a esposa e os filhos dele só podem visitá-lo às quartas e quinta-feiras. O magistrado fixou uma janela das 8h às 16h para os parentes. Ainda segundo a decisão, na Papudinha Bolsonaro contará com um atendimento médico em regime de plantão de 24 horas, além de um posto de saúde no local com equipe composta por dois médicos clínicos, três enfermeiros, dois dentistas, um assistente social, dois psicólogos, um fisioterapeuta, três técnicos de enfermagem, um psiquiatra e um farmacêutico. A nova prisão de Jair Bolsonaro fica mais perto de sua casa do que o prédio da Superintendência da Polícia Federal. Enquanto a PF se localiza a cerca de 17 quilômetros da residência de Bolsonaro e Michelle em um condomínio na região do Jardim Botânico em Brasília, a Papudinha fica a apenas sete quilômetros da casa. Resultados do Enem 2025 são divulgados nesta sexta-feira (16) quinta-feira, 15/01/2026 - 20h00 Por Redação

Ocorrências Policiais do Jornal da Cidade/Vitoria da Conquista

Jerônimo cobra liberação de alvarás pela prefeitura para inauguração da nova rodoviária de Salvador segunda-feira, 12/01/2026 - 09h36